08/10/2010 15h00 - Atualizado em 08/10/2010 15h00
Weslian Roriz pede ao TRE-DF suspensão de vídeos no YouTube Representação afirma que conteúdo é 'ofensivo à honra da candidata'. Google informou que ainda não recebeu a notificação do tribunal.
A candidata ao governo do Distrito Federal Weslian Roriz (PSC) e a coligação Esperança Renovada entraram nesta quinta-feira (7) com representação no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) pedindo a suspensão de quatro vídeos no YouTube. O conteúdo dos vídeos, de acordo com o comando de campanha de Weslian, seria "ofensivo à honra da candidata".
Segundo a assessoria do tribunal, a representação cita vídeos que exibem músicas editadas com falas de Weslian e cenas de debates televisivos editadas. A candidata e sua coligação requerem a exclusão em definitivo dos vídeos, além da informação dos dados cadastrais e o endereço de IP do computador que publicou o conteúdo, o que tornaria possível identificar os responsáveis.
O YouTube pertence à Google Brasil Internet Ltda. A assessoria da empresa informou ao G1 que ainda não foi notificada, por isso não irá se manifestar sobre o assunto. A relatora da representação, que decidirá o pedido de liminar, é a juíza Nilsoni de Freitas Custódio.
08/10/2010
07/10/2010
Pior do que tá não fica.
Por mais um dia, agonia, pra suportar e assistir
Pelo rangido dos dentes, pela cidade a zunir
E pelo grito demente que nos ajuda a fugir
Deus lhe pague
(Deus Lhe Pague - Chico Buarque)
Pelo rangido dos dentes, pela cidade a zunir
E pelo grito demente que nos ajuda a fugir
Deus lhe pague
(Deus Lhe Pague - Chico Buarque)
O slogam, “Pior que tá não fica”, escolhido por Tiririca extravasa os verdadeiros sentimentos populares com a política: o de descrédito, o da desonra e da avacalhação – com certeza causados por causa dos sucessivos escândalos de corrupção e falta de vergonha na cara dos políticos.Tudo isso estimula essa despotilização e deboche que culminaram na catarse popular expressada nas urnas pela enxurrada de votos que recebeu o Palhaço. O estado mais rico e escolarizado da nação elegeu em primeiro lugar um humorista semi-analfabeto e em segundo um mestre em Educação e professor universitário, o Gabriel Chalita. Essa esquizofrenia e incoerência entre as escolhas que as pessoas fazem podem ser duas coisas: Primeiro deixa claro o fosso que existe culturalmente e economicamente entre os eleitores de Tiririca e os de Chalita. Segundo é um sintoma claro do grau de desinteresse e da descrença da nossa sociedade com a política. Mas isso não nos beneficia, pelo contrário, beneficia justamente os infratores. Muitos deles foram reeleitos!
No caso de São Paulo fica clara a mania do paulista se achar o empreendedor, civilizador, um complexo de “Bandeirante” ridículo que no fundo é um preconceito. Como se fora do estado reine apenas a barbárie, a indolência, que só paulista trabalha, que SP leva o Brasil nas costas etc. O resultado disso é que São Paulo com toda sua pompa já elegeu candidatos como Frank Aguiar (PTB), o Cãozinho dos Teclados que nada de relevante fez para o estado e muito menos pelo país.A não ser ter gravado “Moranguinho do nordeste”. (Estava tão tristonho quando ela apareceu/Seus olhos, que fascinam logo estremeceu/Os meus amigos falam que eu sou demais/Mas é somente ela que me satisfaz”).Ainda bem ele não foi reeleito!
Nós que temos um pouquinho mais de acesso as informações temos que assumir o papel de formadores de opinião.Não que temos que induzir as pessoas a votar certo, mas pelo menos pode conscientizá-las.
Fonte : http://andreaquinopolitica.blogspot.com/
01/10/2010
Genro de ministro do STF pedindo R$ 4,5 milhões
Atualizado em: Quinta-feira, 30/09/2010 às 20:55:33 Genro de ministro do STF pede R$ 4,5 milhões para livrar Roriz em votação da Ficha Limpa Carlos Carone, Fabio Grecchi, Natasha Dal Molin e Sionei Ricardo Leão redacao@jornaldebrasilia.com.br O advogado Eri Varela, amigo de longa data do ex-candidato ao GDF Joaquim Roriz, ingressa hoje no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma queixa-crime contra o ministro Carlos Ayres Britto, sua filha, Adriele Ayres de Britto, e seu genro, Adriano José Borges da Silva. Ele está de posse de uma gravação de video, feita no começo do mês passado, mostrando uma conversa entre Adriano e Roriz. O vídeo foi divulgado ontem pelo site iG. Procurado pelo Jornal de Brasília, o advogado não quis dar detalhes de como as imagens foram feitas. Muito menos a intenção da coligação Esperança Renovada, de Weslian Roriz, em filmar e divulgar as imagens. "O que posso dizer é que estarei protocolando a notícia crime contra o ministro, sua filha e seu genro às 15 horas de amanhã (hoje), no Supremo", disse Eri, por telefone. Na gravação, Adriano e Roriz discutem uma forma de interferir no resultado do julgamento que o STF faria, dias depois, sobre recurso que o ex-governador moveu contra a inclusão de seu nome na Lei da Ficha Limpa. O advogado fala em honorários na casa de R$ 4,5 milhões para a missão. Eri disse ao iG que a representação incluirá o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski, cujo nome é citado num trecho do video. Segundo a Assessoria de Imprensa de Lewandowski, o ministro dão deu qualquer importância por ter sido citado no vídeo. Limitou-se a afirmar que nunca recebeu ou travou qualquer diálogo com Eri Varela. Ainda de acordo com a Assessoria do ministro, esse tipo de especulação feita para constranger ou achacar um membro do STF com o propósito de tumultuar um determinado processo não é novidade. É uma prática conhecida e, até certo ponto, repetitiva. Na edição de 17 de setembro, Ayres Britto confirmou ao Jornal de Brasília que conversou com Adriano, que teria sido convidado pelos advogados de Roriz a atuar na defesa do ex-governador. Nas palavras do ministro, a consulta feita pelo genro foi corriqueira. "Como a ação estava na fase do eleitoral, não dei maior importância", explicou então o ministro ao repórter Sionei Ricardo Leão, do caderno Eleições & Política. O termo "eleitoral" foi usado pelo ministro para referir-se ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No TSE, não haveria incompatibilidade ética ou regimental sobre o envolvimento dos parentes na defesa de Roriz. Os nomes dos parentes do ministro foram inicialmente incluídos na petição do recurso extraordinário ao STF. Mas não foi adiante porque Adriano e a filha de Ayres Britto, Adriele, teriam exigido que os seus nomes fossem retirados da petição no STF. Video abaixo:
17/05/2010
Eurides Brito - Caso Mensalão do DEM
Eurides Brito deve permanecer fora do cargo até a conclusão das investigações contra ela no Conselho de Ética da Casa,- 15/5/2010 - 17h42 - O juiz Álvaro Ciarlini, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, afastou hoje a deputada distrital Eurides Brito (PMDB) da Câmara Legislativa. De acordo com o juiz, a parlamentar deve permanecer fora do cargo até a conclusão das investigações contra ela no Conselho de Ética da Casa, segundo informou a assessoria do tribunal.
Eurides é investigada pelo suposto envolvimento no esquema de corrupção do DF, o chamado "mensalão do DEM". Ela aparece num vídeo, gravado em 2006, no qual recebe maços de dinheiro das mãos de Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do governo e delator do esquema de corrupção em Brasília.
Em abril, o mesmo juiz já havia bloqueado os bens da deputada e também dos ex-deputados Júnior Brunelli (PSC) e Leonardo Prudente (sem partido), investigados por suposto envolvimento no "mensalão do DEM". Brunelli e Leonardo Prudente renunciaram aos respectivos mandatos para evitar um processo de cassação. Eurides preferiu enfrentar a investigação do Conselho de Ética da Câmara Legislativa.
Museu da Corrupção
14/05/2010
07/05/2010
Ficha Limpa
A Câmara de Deputados aprovou nesta semana por 388 votos, o projeto conhecido como Ficha Limpa. A proposta evita as candidaturas de pessoas condenadas por decisão colegiada da Justiça por crimes de maior gravidade, como corrupção, abuso de poder econômico, homicídio e tráfico de drogas. O texto aprovado amplia os casos de inelegibilidade e unifica em oito anos o período durante o qual o candidato ficará sem poder se candidatar. O deputado André Vargas, que votou a favor do projeto, acredita que apenas este projeto não resolva o problema de corrupção do Brasil, para ele a corrupção não se resolve apenas nos tribunais, mas no processo eleitoral, com os votos da população. “Mas acredito que o projeto vai evitar um pouco desses disparates políticos, como o que ocorreu na última eleição de Londrina, onde um candidato, notadamente condenado, disputou a eleição, manteve a cidade pendurada causando a necessidade de se fazer um terceiro turno. Então essa lei vai evitar que este tipo de situação ocorra”, declarou Vargas.
Vargas enfatiza que o eleitor deve conhecer o currículo político e a história de vida de cada candidato. “Para isso nós temos hoje a internet, como uma grande fonte de pesquisa, mas o principal é recorrer aos testemunhos daqueles que conhecem o candidato pessoalmente”, argumentou.
André Vargas lembra ainda que grande parte da corrupção já se começa no período eleitoral, “quando os candidatos gastam milhões e milhões de reais numa campanha e quando consegue se eleger tentam se beneficiar ou recuperar tudo aquilo que gastaram. Isso já deveria ter mudado, tendo em vista do que nós defendemos uma reforma política, defendemos o financiamento público de campanha”, concluiu. [imprensaandre@sercomtel.com.br]
19/04/2010
O Combate à corrupção nas prefeituras do Brasil
Livro: O Combate à corrupção nas prefeituras do Brasil.Abaixo link da versão on-line.
http://www.amarribo.org.br/mambo/images/stories/organizar/ocacnpdb3ed.pdf
Livro negro da corrupção

Livro negro da corrupção em versão on-line.
Acesse:
http://www.dcomercio.com.br/muco/especiais/livro/index.aspx
12/04/2010
O que é Caixa 2
O termo caixa dois refere-se a recursos financeiros não contabilizados e não declarados aos órgãos de fiscalização competentes.É utilizado por algumas empresas, que deixam de emitir ou emitem notas fiscais com valor menor ao da transação realizada, para que sejam devidos menos impostos. Desta forma, ao declarar os valores das notas fiscais aos órgãos fiscalizadores, apuram menos impostos a recolher ao erário. A diferença constitui o caixa dois.
Ou seja, caixa dois é um dos instrumentos utilizados para sonegação fiscal e também lavagem de dinheiro, que são crimes, no Brasil, com pena prevista na lei nº 7.492 de 16 de junho de 1986, quando cometidos no âmbito financeiro. De forma mais ampla, aplica-se o artigo 1º da Lei 8.137 de 1990 para relações tributárias, econômica e de consumo. A Reclusão pode variar de um a cinco anos, e multa.
Muitos políticos e empresas são acusados judicialmente por utilizarem caixa dois.
A utilização do caixa dois se faz de diversas maneiras: compra de moedas estrangeiras, jóias, veículos, pagamento a servidores corruptos, financiamento de campanha de políticos, financiamento do tráfico de drogas, armas e pessoas, exploração de prostituição, contratação de capangas e assassinos, além de outras formas.
01/04/2010
Gravação: Conversa do Roriz e Eri Varela
Corrupção: Caso Sindicalistas em Campinas
Mensalão - Caso Mensalinho em Ribeiro Bonito (SP)
Um vereador foi cassado e três renunciaram após investigações que apontaram a cobrança de propina para a aprovação de projetos. O grupo, que chegou a ser preso, pediu “um milão” (R$ 1 mil) ao prefeito. Ao receber o “mensalinho”, um dos acusados disse que o “cheiro do dinheiro” era “bom”. Eles foram flagrados por meio de gravações feitas a pedido do Ministério Público (MP). De acordo com o órgão, as denúncias resultaram em uma ação cível e uma ação criminal.Video abaixo:
Os 4 vereadores envolvidos:
- ANDERSON GARCIA
- DANIEL DA SILVA MORAES
- RONALDO DA ROCHA (PRESIDENTE DA CAMARA)
- JAIRO MORETHE (VICE-PRESIDENTE DA CAMARA E DELEGADO)
A denúncia partiu do prefeito.
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1411860-5601,00-RELEMBRE+CASOS+QUE+FICARAM+CONHECIDOS+COMO+MENSALOES+OU+MENSALINHOS.html
Mensalão - Caso Mensalinho em Guarujá (SP)
Sete vereadores renunciaram e um teve o mandato cassado pela acusação de participar de um esquema para favorecer a aprovação de projetos propostos pela prefeitura na Câmara Municipal em troca de pagamentos mensais e distribuição de cargos, apelidado de "mensalinho". Antes de serem cassados, eles foram afastados dos cargos ao menos duas vezes.fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1411860-5601,00-RELEMBRE+CASOS+QUE+FICARAM+CONHECIDOS+COMO+MENSALOES+OU+MENSALINHOS.html
Mensalão - Caso Mensalão Mineiro
Consistiu em denúncias de suposto caixa dois na campanha de Eduardo Azeredo (PSDB) à reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a abertura de uma ação contra Azeredo, atualmente senador. Estatais repassariam dinheiro para eventos esportivos. Essas verbas seriam desviadas para a empresa SMP&B, de Marcos Valério, de onde seriam destinadas à campanha. A Procuradoria-Geral da República denunciou 15 pessoas. Todos negam as acusações.
Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1411860-5601,00-RELEMBRE+CASOS+QUE+FICARAM+CONHECIDOS+COMO+MENSALOES+OU+MENSALINHOS.html
26/03/2010
Leonardo Prudente - Caso dinheiro nas meias
O juiz Álvaro Luis Ciarlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, determinou nesta segunda-feira (18) o afastamento de Leonardo Prudente (sem partido, ex-DEM) da presidência da Câmara Legislativa. Ele ficou famoso por ser flagrado, em vídeo, colocando nas meias dinheiro de um suposto esquema de propina, conhecido como mensalão do DEM de Brasília. ( Veja as imagens no vídeo ao abaixo)A decisão é liminar (provisória) e ainda cabe recurso. Segundo o juiz Alvaro Luis Ciarlini, “é inegável […] a existência de indícios da prática de atos ímprobos por parte do demandado, valendo lembrar que tais fatos foram fartamente divulgados pela mídia escrita, falada e televisionada, sendo hoje notórios e de domínio público.” Ciarlini classificou o escândalo de corrupção no DF de "banditismo institucionalizado" e disse temer pelo retorno de um processo político semelhante à ditadura militar.
"Os indícios de um sistêmico e crônico banditismo institucionalizado, no Distrito Federal e alhures, não tardarão a acionar os alarmes sociais e políticos que certamente propugnarão pelo "endurecimento" dos meios de controle que possam garantir a sobrevivência de nossa estrutura republicana de Estado, algo parecido com o processo político de exceção iniciado em 1964. Oxalá isso nunca volte a acontecer!", diz o juiz em sua decisão. Paulo Octávio anuncia que não será candidato ao governo do DF Documentos detalham suposto esquema do mensalão no DF Justiça condena Durval e mais cinco a pagar R$ 9,2 milhões aos cofres do DF CPI da Corrupção do DF convoca Durval Barbosa para depor. O pedido de afastamento de Prudente foi feito pelo advogado Evilázio Santos, que também já pediu a saída do governador José Roberto Arruda (sem partido). O autor da Ação Popular pede que seja declarada a inviabilidade do memorando protocolado por Leonardo Prudente, no qual o deputado comunica à Mesa Diretora da Câmara Legislativa seu retorno à presidência da casa a partir do último dia 29 de dezembro 2009.
Evilázio Santos afirma, no pedido liminar, que há contra o réu indícios suficientes de envolvimento no esquema de desvio de dinheiro público que veio à tona com a Operação Caixa de Pandora, deflagrada pela Polícia Federal. De acordo com a decisão, fica suspenso o memorando assinado pelo próprio Prudente no qual comunicava a sua volta ao cargo. O juiz determina ainda que ele fique afastado até a "total apuração", pela Câmara Legislativa, das denúncias apresentadas contra os deputados distritais envolvidos na Operação Caixa de Pandora. Na decisão, o juiz Ciarliani, afirma que o Judiciário precisa agir com "firmeza" diante do susposto esquema de corrupção do qual teriam participado deputados distritais, o governador do DF e seu vice.
"É indispensável que o Poder Judiciário se posicione, neste momento, com firmeza e assertividade sobre esses fatos que, se verdadeiros, podem ser considerados uma verdadeira tragédia imposta pela virtual (e ainda não cabalmente comprovada) irresponsabilidade, egoísmo e absoluta ausência de civismo das partes virtualmente implicadas nesses tristes episódios", afirma. Prudente afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "decisão da Justiça não se comenta, se cumpre". Ele disse ainda que vai avaliar o que fazer junto aos advogados. Na ocasião em que foi divulgado o vídeo do deputado colocando dinheiro na meia ele afirmou que os recursos eram verbas de campanha não declarada. Prudente explicou que os maços foram guardado nas “vestimentas” por “uma questão de segurança”, já que ele não usa pasta. A decisão deve ser cumprida imediatamente, sob pena de multa diária de R$ 100 mil, a ser paga por Prudente. O escândalo que envolve o governador do Df, José Roberto Arruda (sem partido), Leonardo Prudente e outros parlamentares e empresários começou no dia 27 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou a operação Caixa de Pandora. No inquérito do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o governador Arruda é apontado como o comandante de um esquema de distribuição de propina a deputados distritais e aliados. Repasses de dinheiro foram registrados em vídeos e entregues à PF por Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do governo, que denunciou o esquema.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1452481-5601,00-JUSTICA+AFASTA+LEONARDO+PRUDENTE+DA+PRESIDENCIA+DA+CAMARA+LEGISLATIVA+DO+DF.html
Video:
24/03/2010
Paulo Octavio - Caso Escândalo de Corrupção
No dia 27 de novembro de 2009 teve seu nome seu envolvido na Operação Caixa de Pandora feita pela Polícia Federal, que no inquérito do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) relata gravações feitas com autorização da justiça, sobre a suposta divisão de dinheiro entre membros do primeiro escalão do GDF.Segundo depoimento prestado ao Ministério Público Federal o ex-secretário secretário do governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, afirma que o então vice governador do Distrito Federal Paulo Octávio (DEM) na época, dono do patrimônio milionário tambem recebeu propina.
Em novo depoimento a Polícia Federal Segundo Durval Barbosa, do então vice-Governador Paulo Octávio teria recebido 200 mil diretamente das mãos de Durval Barbosa em uma das suítes do Hotel Kubitischeck Plaza, que pertence ao grupo do vice-governador.
Desvio de dinheiro público
Em meio ao escândalo do mensalão do Dem o grupo empresárial do ex- vice-governador do Distrito, é acusado de provocar um rombo de 27 milhões aos cofres da Caixa Econômica Federal. O Ministério Público entrou, com cinco denuncias na Justiça Federal contra as construtoras do vice-governador. O procurador da República Carlos Herinque Maritins Lima, cobra a devolução do dinheiro a caixa.
Ainda segundo o jornal Estado de São Paulo que teve acesso a novas ações judiciais que complicam ainda mais a vida do vice-governador, citado no inquérito sobre as fraudes do governo do DF. No centro da investigações está o Brasília Shopping, um dos mais luxuosos da cidade, situado na área nobre da capital federal.
O ministério público aponta uma série de irregularidades na construção feita em parceria entre o Grupo Paulo Octávio e o Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa. Essa sociedade dura até hoje já na administração do shopping. o fundo tem 105 mil associados e um patrimônio de 32 bilhões. O procurador lembra que o rombo prejudica interesses das dezenas de milhares pessoas que participam do Funcef. Dos 27 milhões do prejuízo, R$ 14 milhões referem-se apenas uma das cinco denúncias.
No dia 23 de fevereiro de 2010, Paulo Octávio pede a sua desfiliação do DEM para não ser expulso do partido, pois a executiva nacional do DEM havia dado o prazo de até o dia 24 de fevereiro de 2010 para que ele deixasse a legenda ou renunciasse o governo do DF. No mesmo dia, renuncia ao governo do Distrito Federal.
O que é Mensalão?
Escândalo do Mensalão ou "Esquema de compra de votos de parlamentares" é o nome dado à maior crise política sofrida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2005/2006 no Brasil.No dia 14 de maio de 2005, aconteceu a divulgação pela imprensa de uma gravação de vídeo na qual o ex Chefe do DECAM/ECT, Maurício Marinho, solicitava e também recebia vantagem indevida para ilicitamente beneficiar um falso empresário - na realidade o advogado curitibano Joel Santos Filho, o denunciante da corrupção, que para colher prova material do crime, faz-se passar por empresário - interessado em negociar com os Correios. Na negociação então estabelecida com o falso empresário, Maurício Marinho expôs, com riqueza de detalhes, o esquema de corrupção de agentes públicos existente naquela empresa pública, conforme se depreende da leitura da reportagem divulgada na revista Veja, com a capa "O vídeo da corrupção em Brasília", Edição de 18 de maio de 2005, com a matéria “O Homem Chave do PTB”, referindo-se a Roberto Jefferson, o homem por trás do esquema naquela estatal.
Segundo o Procurador Geral da República, Antonio Fernando Barros e Silva de Souza, na Denúncia Oficial que apresentou e foi acolhida pelo Supremo Tribunal Federal[25], o ex Deputado Federal Roberto Jefferson, então Presidente do PTB, acuado, pois o esquema de corrupção e desvio de dinheiro público, com a divulgação do vídeo feito por Joel Santos Filho estava focado, em um primeiro momento, em dirigentes dos Correios indicados pelo PTB, resultado de sua composição política com integrantes do Governo, divulgou, inicialmente pela imprensa, detalhes do esquema de corrupção de parlamentares, do qual fazia parte, esclarecendo que parlamentares que compunham a chamada "base aliada" recebiam, periodicamente, recursos do Partido dos Trabalhadores em razão do seu apoio ao Governo Federal, constituindo o que se denominou como "mensalão".
O neologismo mensalão, popularizado pelo então deputado federal Roberto Jefferson em entrevista que deu ressonância nacional ao escândalo, é uma variante da palavra "mensalidade" usada para se referir a uma suposta "mesada" paga a deputados para votarem a favor de projetos de interesse do Poder Executivo. Segundo o deputado, o termo já era comum nos bastidores da política entre os parlamentares para designar essa prática ilegal.
A palavra "mensalão" foi então adotada pela mídia para se referir ao caso. A primeira vez que a palavra foi grafada em um veículo de comunicação de grande reputação nacional ocorreu no jornal Folha de S.Paulo, na matéria do dia 6 de junho de 2005. A palavra, tal como ela é, foi utilizada também na mídia internacional sempre acompanhada de uma pseudo-tradução. Em espanhol já foi traduzida como "mensalón" e em inglês como "big monthly allowance" (grande pagamento mensal) e "vote-buying" (compra de votos).
Entre 22 a 27 de agosto de 2007, o Supremo Tribunal Federal (STF), o tribunal máximo do Brasil, iniciou o julgamento dos 40 nomes denunciados pelo Procurador Geral da República, em 11 de abril de 2006. O STF recebeu praticamente todas as denúncias feitas contra cada um dos acusados, o que os fez passar da condição de denunciados à condição de réus no processo criminal, devendo defender-se das acusações que lhes foram imputadas perante a Justiça e, posteriormente, devendo ser julgados pelo STF. Os deputados acusados que conseguiram se reeleger nas eleições de 1º de outubro de 2006, poderão enfrentar mais um processo de perda de mandato.
Foi descoberto em julho de 2008, durante uma investigação sobre o banqueiro Daniel Dantas, que o Banco Opportunity foi uma das principais fontes de recursos do mensalão. Através do Banco Opportunity Daniel Dantas era o gestor da Brasil Telecom, controladora da Telemig e da Amazonia Telecom. As investigações apontaram que essas empresas de telefonia injetaram R$ 127 milhões nas contas da DNA Propaganda, administrada por Marcos Valério, o que, segundo a PF, alimentava o Valerioduto, esquema de pagamento ilegal a parlamentares. A Polícia Federal pôde chegar a essa conclusão após a Justiça ter autorizado a quebra de sigilo do computador central do Banco Opportunity.
Elisa Lucinda - Só de sacanagem

Poesia da Elisa Lucinda, recitada pela cantora Ana Carolina.
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro.
Do meu dinheiro, do nosso dinheiro,
Que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós.
Para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz.
Mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó
E dos justos que os precederam:
“Não roubarás”.
“Devolva o lápis do coleguinha”.
“Esse apontador não é seu, minha filha”.
Pois bem, se mexeram comigo,
Com a velha e fiel fé do meu povo sofrido,
Então agora eu vou sacanear:
Mais honesta ainda vou ficar!
Só de sacanagem! Dirão:
“Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba”
E eu vou dizer:
“Não importa, será esse o meu carnaval,
vou confiar mais e outra vez”.
Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.
Vamos pagar limpo a quem a gente deve
e receber limpo do nosso freguês.
Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.
Dirão:
“É inútil, todo o mundo aqui é corrupto,
desde o primeiro homem que veio de Portugal”.
E eu direi: “Não admito, minha esperança é imortal”.
E eu repito:
“Ouviram? IMORTAL!
”Sei que não dá para mudar o começo
Mas, se a gente quiser,
Vai dar para mudar o final!
Video:
Oração - Mesada a deputados

Imagens do suposto esquema de mesada a deputados têm até oração Deputados distritais se abraçam e rezam em um dos encontros. Depois das cenas em que o atual presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente (DEM), guarda dinheiro nas próprias meias, feitas em 2006, o acervo de vídeos que mostram os bastidores do suposto esquema de pagamento de mesada para a base aliada do governo do Distrito Federal revela deputados rezando em um dos encontros com Durval Barbosa, autor dos vídeos.
O ex-policial, que era secretário de Relações Institucionais do governo de José Roberto Arruda (DEM), aceitou cooperar com a Polícia Federal em troca dos benefícios da delação premiada. No vídeo, o deputado Rubens César Brunelli (PSC), de camisa roxa, o atual presidente da Câmara, de camisa branca, e Barbosa se abraçam e realizam uma longa oração.
“Pai, eu quero te agradecer por estarmos aqui. Sabemos que nós somos falhos, somos imperfeitos”
Os deputados e o ex-secretário comemoram, batem palmas e começam a rezar: “Pai, eu quero te agradecer por estarmos aqui. Sabemos que nós somos falhos, somos imperfeitos”, diz o deputado Brunelli, que faz a oração. “Precisamos dessa tua cobertura, dessa tua graça, da tua sabedoria, de pessoas que tenham, senhor, armas para nos ajudar nessa guerra e, acima de tudo, todas as armas podem ser falhas, todos os planejamentos podem falhar, mas o senhor nunca falha”, complementa.
O ex-policial, que era secretário de Relações Institucionais do governo de José Roberto Arruda (DEM), aceitou cooperar com a Polícia Federal em troca dos benefícios da delação premiada. No vídeo, o deputado Rubens César Brunelli (PSC), de camisa roxa, o atual presidente da Câmara, de camisa branca, e Barbosa se abraçam e realizam uma longa oração.
“Pai, eu quero te agradecer por estarmos aqui. Sabemos que nós somos falhos, somos imperfeitos”
Os deputados e o ex-secretário comemoram, batem palmas e começam a rezar: “Pai, eu quero te agradecer por estarmos aqui. Sabemos que nós somos falhos, somos imperfeitos”, diz o deputado Brunelli, que faz a oração. “Precisamos dessa tua cobertura, dessa tua graça, da tua sabedoria, de pessoas que tenham, senhor, armas para nos ajudar nessa guerra e, acima de tudo, todas as armas podem ser falhas, todos os planejamentos podem falhar, mas o senhor nunca falha”, complementa.
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